terça-feira, 21 de abril de 2026

FEMINISTA SUBMISSA



 Nina, a feminista submissa, minha personagem predileta!

 Nina, assim o pai a chamava, cultivou toxicidade em seus relacionamentos, marcado por dependência emocional, submissões, abusos financeiros e psicológicos. Seus vínculos afetivos lhe causaram enormes desequilíbrios, que chegou a duvidar de que outro tipo de relacionamento seria possível.

A maioria de suas relações afetivas começavam devido a sua forte atração sexual por seus parceiros, diga-se de passagem em sua maioria homens padrão, pouco se preocupava com o que as relações tinham a oferecer seguia a mesma dinâmica em se relacionar.

No último desentendimento com seu parceiro de longa data, Nina saiu de cena e passou a observar e refletir, durante um ano  ela se retirou e observou a relação,  com quem tinha se envolvido,  quais interesses em comum, atitudes inexistentes de companherismo, entre outros muros de lamentações e defeitos que cultivam os casais. Quando de fato  findou-se, onde cada um voltou para seu canto ela desencantou-se da vida...até que  resolveu se assumir , liberta!Ela cansara de tudo aquilo...

 

Passou a frequentar clubes de swings com Kimberly sua,  amiga e dois amigos, formando casais, adorava a sensação que aquele local lhe causava, um monte de gente se permitindo livremente, sem julgamentos, sem burocracias, só gemidos e gozo. 

Sempre que ia, na ida era sempre a mesma fala: "Hoje não tô afim, vou só olhar!", mas a quem a submissa queria enganar, ria-se ela e sua amiga Kimberly, dizia-se "sem expectativas"...mas era sempre, uma bela mamada no "Glory Holly” , uma siririca, com dedos que às vezes pareciam lixas, alguns manuseavam com tamanha destreza, que a pepeka chegava ficar toda lambuzada, alguns atrevidos, já marcam date na cabine ao lado, e lá no quartinho as escuras é que o desejo pegava...

A feminista passou a gostar disso, sem envolvimentos, sem submissões, passou a exercer muitos "nãos" que era regra número 1 dos swings! Não é não, e até hoje em suas idas, nunca presenciou desrespeito a tal regra.

Outra regra que aprendeu e  que deve ser estritamente cumprida é a de que "o que acontece no swing, fica no swing!" Nada de querer levar nomes, contatos, expectativas, pessoas para o mundo real...permitindo ao desapego.

E a regra mais importante de todas, sua saúde à frente de tudo, se preservar!

Como daquela vez, em vésperas do carnaval quando foi, e que estava num apetite, foi despretensiosa da vida, com sua periquita por depilar, pensou "é só não deixar me chupar!", já no primeiro homem,  o qual Nina, a princípio se esquivou, devido sua beleza fora do padrão, mas foi prontamente convencida por Kimberly, que a "rola"valia a pena segundo as palavras dela "uma rola bonita salva um homem feio, do contrário nunca!" , riram-se e seguiu-se a empreitada, porém a submissa um pouco constrangida pela sua periquita estar "despreparada", negou-se  em ser chupada, fato que alvoroçou o extinto animal do macho, acariciou-a fortemente, preparou-a para lhe penetrar de quatro, porém meteu-lhe a língua na vagina dela, quando se deu conta, ela já havia perdido o pudor, permitiu-se. 

Quando penetrou-a, foi numa tamanha voracidade, que ele agarrava seus delicados seios, submissa se sentiu desejada, e aquilo lhe deu um puta tesão.

Ao finalizar aquela transa quente, ele beijou-a ardentemente, como se fosse a mulher mais perfeita que tinha comido na vida, depois a perseguiu noite a dentro e salão a fora, até que em determinado momento do rolê, sentou-se a seu lado, trocaram algumas palavras, ele de Limeira e ela não quis saber seu nome e recusou-se a nova transa. Ela estava de olho no moreno da camiseta preta, que quando a viu sozinha, a chamou para o "vale tudo",  outro gostoso,  quis saber de qual cidade era, se estava afim de trocar contato,  momento em que se fez de desentendida, mais tarde o reencontrou na fila do café da manhã,  o mesmo teceu-lhe um elogio "você não depilou, né! Eu amei, gosto assim!", ela no auge do relaxamento que a noite lhe proporcionará respondeu "não tive tempo e nem vontade!"

E o último da noite com qual ela quebrou uma regra... "o que acontece, no swing..."e essa já e outra história!! 


...continua.