sexta-feira, 15 de maio de 2026

Com a bruxa não se mexe !!!

 A gente quer crer que nossa energia deva ser especial, que somos templos e almas sagradas andando por aí se descobrindo! 

Acredito que a imagem mais bonita de que eu tenha de Deus seja a do Espinoza, ou aquela explicação sobre a vida que diz que somos todos deuses, experimentando a experiência terrena. 

De fato de uma coisa eu tenho plena certeza nosso universo se resume em tudo aquilo que acreditamos, acreditar em outras inteligências, outros seres, energias e na nossa própria energia única, já tive lá minhas dúvidas.

Certo tempo pensei ser crendices, mas negar minhas experiências seria burrice. Não sei nomeá-los, acredito que não se importam, e sinceramente não não sei explicar. 

Por outro lado tenho plena consciência que nada mudará na Terra se nós não agirmos, e essa ação só acontece no presente. Pergunto-te como?  Sendo vc mesmo, agindo conforme sua consciência respeitando a individualidade e o bem de todos! 






Com bruxa não se mexeCom bruxa não se mexe
No meu templo eu só permitoamor e respeitoSe alguém quiser entrarTem que fazer direitoE direito é amar com presença e verdadedo meu lado o vôo é livre honrando a lealdadeSou rainha do meu trono e reconheço o meu valorQuero paz e harmonia e meu limite eu sei imporSou força da naturezaSou sol e alegriaSei ser fada e sereiaE também sei ser ventania
Sou força da naturezaSou sol e alegriaSei ser fada e sereiaE também sei ser ventaniaA natureza sabe usar a força da destruiçãoTambém sei ser maremoto tempestade e trovãoNinguém ousa me testarÉ minha nova vibraçãojá invoquei a Deusa KaliE o poder do vulcão
Jai Mata Kali, Jai Mata DurgeJai Mata Kali, Jai Mata DurgeKali Durge, namo namahKali Durge, namo namahKali Durge, namo namahKali Durge, namo namahKali Durge, namo namahKali Durge, namo namah
Com bruxa não se mexeCom bruxa não se mexeCom bruxa não se mexe
Aprendi a reconhecer a minha própria grandezaFiz as pazes com as sombras essa é minha riquezaTenho a sabedoria das minhas ancestraisEu não ando sozinha conheci meus orixásMinha magia é forteComigo-Ninguém-PodeEstou sempre protegida pela Espada de São Jorge
Com bruxa não se mexe e é bom saber por queSe brincar comigo nunca mais vai me esquecer
Com a vida eu aprendi a me amar completamenteE agora eu só atraio quem ama profundamente
Nunca se esqueça de quem você éConfie em si mesma e na Deusa tenha féEsse é o princípio da sua magiaAcredite que merece e tudo você cria
Com bruxa não se _Com a bruxa não se mexe…


sábado, 9 de maio de 2026

Quebrando a regra- FEMINISTAsubmissa

     Nina pensou alguns dias em que aquela história iria dar, um P.A., chamado P.A., adicionou num misto de enjôo por saber que as histórias se repetem, e naquele delicado momento de término recente, estava ela crente que nada mais a encantaria. 

    Desiludida da vida, ela não entendera o motivo de se aproximar de um estranho só porque ele lhe passou o contato, por outro lado, ficara animada de ter um contato de homem notadamente gostoso 11 anos mais jovem, dava um grau na autoestima, envaidecendo-lhe o ego.  .

    Viajou para São Paulo, e ao retornar resolveu adicionar o P.A., a princípio, pareceu mesmo clássico macho alfa, sua rede social inúmeras fotos monstrando os músculos que construíra, comprometendo parte do orçamento com whey, bomba, academia e suplemento; e frases de efeito, para equilibrar a futilidade da exposição gratuita.

    Nina, conhecida por ter uma veia política, percebera que se tratara de esteriótipo do clássico "cidadão de bem” o qual ela “mamava com repúdio” sentiu que dali não sairia nada, e para o momento que atravessava, onde decidira que não queria nada sério por um tempo, deixou rolar a empreitada, ainda  seduzida  com a química da fadada noite de carnaval, realmente a beleza e desempenho do rapaz lhe impressionara.

    Nina notava algo de estranho no rapaz, a cada súbito interesse e desaparecimentos, a maioria das vezes era ele quem a acessava, e como no livro de Napoleon Hill “Mais mais esperto que o Diabo!” , onde diz que como regra do controle “Bajule!”, assim o moço foi lhe engendrando na fantasia de que a transa havia sido especial e ela ficava cada vez mais envaidecida de si,  pensava ela é só sobre sexo…

    Em seu primeiro contato, ele pediu-lhe o what's , e na primeira conversa, ocorrida uma semana após o swing ele lhe disse que gostaria muito de encontrá-la novamente, que havia sido muito bom, ela também disse que tinha sido muito bom, mas não quis estender o assunto pois, estava em viagem com um velho amigo.

    Passaram a se falar esporadicamente por algumas semanas, em uma de suas  conversas em que ele a chamou, falava ela sobre as lindas tatuagens que ele tinha pelo corpo, se tinha alguma relação com os animais de poder, ele disse que nem conhecia o que era isso...ela toda universalista mística, tentava deixar-lhe mais digerível,  aquilo lhe broxou um pouco, pensava ela, é só mais um corpinho bonito, mente pequena, ele  soltou um “eu só acredito em Deus!”  ela pensava “Eu que acendo vela pra Exu é Pomba Gira toda semana!!”, soltou “eu acredito em tudo!”, o que cortou totalmente o clima de falarem de outro assunto, depois dessa conversa o moço demorou para retomar o contato. 

    Não se falaram por alguns dias, pensava ela que seu desinteresse o faria desistir, começou a notar que a escrita do rapaz demonstrava de ele  que não era muito afeito   aos estudos, cometia alguns erros crassos, como trocar "mas" pelo "mais",  ria-se ela por dentro, crendo ela que somente esse fato a lembraria que não se tratava de algo relevante, lembrou de um antigo ex-namorado que também era um tesão,  mas não valia um real! 

    Eis que depois de inúmeras tentativas de se efetivar o aguardado encontro,  que por diversos motivos não se tornara possível, ora porque ele não a procurava, ora porque Nina começou a dar desculpas, deixando o encontro para quando realmente estivesse excitada com tesão, o moço começou acessá-la  com mais intensidade passados mais de dois meses da fatídica noite,  então ela começou a querê-lo e desejar sentir novamente a experiência daquela noite. As  investidas do estranho passaram a lhe causar um enorme frisson cada vez que lembrava, da intensidade do tesão que sentira naquela noite, suspirava de satisfação!

    Não quis ela saber onde ele trabalhava e nem o que fazia da vida, contou pouco sobre sua vida ao rapaz, antes de adiciona-ló em sua rede social pessoal, arquivou algumas fotos que demonstrassem quem ela era, preferia que seu anonimato permanecesse. 

  E envolvida naquela dinâmica prazerosa e viciante, de acessos eróticos e pequenas satisfações do cotidiano de ambos, Nina se viu sendo cobrada a dar  satisfações ao rapaz de não se ter ainda efetivado, o que parecia ser o  “tão aguardado encontro”, aquela cobrança a princípio causou repulsa na moça, que achou ser invasivo, o moço utilizava de falas do tipo “Não gosto de esperar!” , “você é perfeita!” , o que seduzia e ao mesmo tempo assustava feminista submissa,  lembrava ela do antigo namorado que ela enquadrou como sendo narcisista,  o love bombing inicial com fotos das partes íntimas, mexia com sua  cabeça apesar de curtir a dinâmica, sabia ela que se tratava de mais do mesmo…

    Encontro marcado, ela ansiosa, combinou com Kimberly de ela fazer companhia para o amigo do P.A., naquela semana as trocas de mensagens pegaram fogo, ele demonstrava que queria muito tê-la novamente, no dia do  aniversário do moço 15 de abril, conversaram até tarde da noite, aquelas sacanagens gostosas, que quando estão embuídos de tesão rolam, com direito a foto da pepeka e pau duro e tudo!

    Se falaram durante o dia e marcaram no mesmo swing, ele levou dois amigos e uma amiga,  que mais tarde percebera que se tratava de outra ficante dele, ele a tratou razoavelmente bem, Nina com o fogo que estava, na ânsia de que a trepada de carnaval se repetisse chamou-o para que fossem na área de casal, bem queria ela poder dizer que o frisson se repetira...ma não foi assim, ele começou a implorar para que retirassem a camisinha, a submissa acabou por sucumbir aos desejos do rapaz, que empolgado com a situação “em três sanfonadas acabou o forró!”   tirou depressa para para gozar em sua boca, logo começou a se arrumar e ao pé do ouvido lhe disse "agora você me deixou encanado, com esse lance de gravidez", como se numa sugestiva para que ela se virasse, a responsabilizando pelo ato. 

    Kimberly foi embora mais cedo, Nina subiu novamente juntamente ao P. A. seu amigo e a estranha acompanhante para área do casal, ela começou a chupa-lo e ouviu a estranha acompanhante falar “eu não sou obrigada a ver ela te chupar, né?”, após Nina “mama-lo com enorme repúdio aquela pica gostosa!” O rapaz ordenou a estranha acompanhante, Ana Paula o nome dela, “Fica de quatro aí que eu vou te comer!”, afastando Nina de perto, a estranha urrava o nome do rapaz “P.A. Como você fode gostoso!” , Nina tentou se aproximar e foi prontamente afastada pelo rapaz, sentiu como uma pequena rejeição, um micro descarte, o que a deixou um pouco desconfortável. Então, ela se encostou na parede daquela enorme sala, onde haviam vários casais em uma cama redonda ao centro, fechou seus olhos e passou a curtir a música quando um estranho se aproximou “Posso te beijar!”  analisou e percebeu ser comível começaram a se agarrar, ainda um pouco desconfortável mais ainda com uma enorme vontade de gozar, passou a mama-lo,  o estranho pediu autorização a sua companheira “Posso comer ela, amorzinho!” no mesmo instante Nina, deitou na cama redonda e arreganhou suas pernas, deu aquela conferida na camisinha,  fechou os olhos e se concentrou deixando sua pepeka toda melecada,  notou que P.A. não conseguiu finalizar com a menina e passaram a olhá-los,  deixou que o estranho a fizesse gozar finalizado a transa, ela se levantou. 

    Notou que  o P.A. partiu na investida  numa outra mulher que estava de casal, no que que eles começaram a trocar carícias,  Nina se retirou do salão juntamente ao acompanhante da moça, ela ficou no que parecia ser um corredor onde sentou sobre uma maca que ficava ao centro, olhou para o deconhecido e perguntou “E aí tá afim? Quer aqui ou prefere uma cabine mais reservada?” foram na cabina, o pau do moço tava cansado tadinho, afinal já  varava a madrugada,  ao o finalizar  e se retirarem da cabine ela ouviu P. A. que estava em outra cabine com a acompanhante do estranho, tendo o mesmo diálogo que teve com Nina da primeira vez que se viram, sobre ser interessante  passando seu contato para a garota que ele tinha acabado de transar, nessa hora ela sentiu estranhamento e como num filme que se passa na cabeça refez todas as atitudes do rapaz até ali, um pouco confusa com toda situação. 

    No outro dia tratou de ir até farmácia e tomar a pílula do dia seguinte,  e correr atrás do ginecologista pra fazer a bateria de exames, cortou-o de suas redes sociais, não se arrependeu de tudo somente de ter colocado sua saúde em risco, se por um lado ela deu abertura é porque ainda está viva, ficou feliz com a constatação! Pensara ela que  havia morrido em se interessar por outro alguém, viu que ainda estava viva, outros amores, outras histórias, novos jeitos...

    Nina, porém repensou a dinâmica, de que não havia motivos para se  trocar contatos que não seja em se estreitar a relação, sabia ela que teria alguém para tentar impor-lhe julgamentos que já havia aberto mão decidiu:  a plenitude do anonimato de ser a desconhecida liberta do que uma intimidade que lhe ameaçaria.

   Determinou que  havia motivos para que algumas regras fossem cumpridas "O que acontece no swing, fica em Swing !"

Eis que na semana que seguiu uma leve preocupação começou a incomoda-lá...

    


 

sábado, 2 de maio de 2026

FEMINISTA SUBMISSA- Contato - "Um estranho que me quer!"

 Ela o notou assim que ele adentrou a área da piscina, um moreno alto, mandíbula marcada do típico macho alfa, o que a deixava toda ouriçada, ele passeava para o "Vale Tudo!" da casa, não a notou a princípio, estava no canto escondida debaixo da escada,  fumando seu pacato baseado.

Ao retornar do vale tudo, Nina percebeu a troca de olhares, e que ele a queria, se envaideceu de si.

Ele começou a rodeá-la até que naquela noite inspirada que estava, ela propôs o convite de irem juntamente a Kimberly e os parceiros respectivos de ambas, que por vezes também se pegavam,  todos para o "vale tudo". E lá começou o "fervo", Nina logo tascou-lhe um beijo naquela boca,  quando o parceiro de Kimberly se aproximou para chupar, o desconhecido gostoso, ele bruscamente segurou o braço do Peter, e o afastou, atitude que Jane achou, estranha porém, continuou... passou a chupar seu pescoço, acariava aquele abdômen bem definido, daqueles que compromete parte de sua renda entre whey protein, bomba e academia, porém lhe veio um incômodo, ele não a tocara, o que a irritou profundamente...Ela simplesmente parou, pensou: "Afss, tá pensando que porque é gostoso  não precisa de mais nada, todo mundo só o servindo!", o afastou de perto de si e disse, "Vamos sair daqui Kimberly!"

Curtiu mais uns rapazes,  até que Kimberly e os parceiros de ambas, sumiram pelo espaço, ela ficou sozinha no salão de shows, quando o gostoso de boné se aproximou e lhe disse: "Você me atiçou e saiu fora, só me deixou com vontade!", ela argumentou de que não gostara da atitude dele de ter sido brusco com o Peter, ele justificou que não curtia.

 Então o moço propôs de irem sozinhos, e como naquele instante ela se encontrava-se sozinha, prontamente aceitou, foram para uma cabine que possibilitava outras pessoas assistirem, e pela quarta vez naquela noite ela se entregou como uma fêmea no cio, ela o chupou ardentemente, uma pica de tamanho G, apetitosa e docinha,  enquanto suas mãos tocava aquele abdômen todo definido, ele passou acariciar sua pepeka peluda, notando que ela estava extremamente molhada ele a ordenou que ela sentasse nele, ela pediu-lhe a camisinha e a colocou, ele sentou ela sentou bem devagarinho sentindo-o todinho dentro dela, ela começou a alisá-lo e vendo-o que se tratava de um rapaz jovem, por volta de seus 30 e poucos anos, o que a envaideceu, lhe dando um puta tesão, e numa voz gozo ela gemia ao pé do ouvido: GOSTOSO! E começou esfregar-se freneticamente contra a pica dele, ele se levantou com ela ao colo, sem desencaixa-los e a fodeu contra as paredes da cabine de pé, até que a deitou no banquinho num clássico papai e mamãe que a fez com ela gozasse meio litro...então ele pediu para que Nina ficasse de quatro para ele também gozar, e assim ela o fez e gozou mais uma vez, ele quando estava prestes a gozar, tirou de dentro dela, arrancou a camisinha desesperadamente e colocou em sua boca, a porra estava docinha, finalizaram, ela se vestiu e se despediu.

 Algum tempo depois, se esbarraram próximo a piscina, momento em que o mesmo a abordou e lhe perguntou o nome, Nina! disse ela, e e ele Pedro Augusto, mas pode me chamar de P.A.!, motivo que lhe causou risos, pois lembrou da sigla Pau Amigo, ele lhe passou contato de sua rede social, para que Nina o procurasse. Ela confirmou que faria, quando ela percebeu a aproximação de uma moça que parecia ser a acompanhante dele e se afastou. A menina parecia chorar e ele a beijou. 

Mais tarde, próximo ao encerramento da casa, ele a abordou novamente, esclarecendo ser uma amiga, que estava pedindo para que ele a levasse embora, logo depois indagou se Nina era frequentante do local, ela debochadamente respondeu: "Uai, você não está me vendo aqui?", eles riram e ele propôs de darem um outro passeio na área de casais da casa.

Ela o levou pra parte escura, próximo ao quarto da cama redonda, ele começou beijá-la e logo pediu-lhe para comê-la novamente, porém que estava sem camisinha, jurava ser limpinho e não ter nenhuma doença, foi prontamente advertido de ela não permitiria, ele disse que estava sem camisinha, Nina, rapidamente saiu pela casa e gritou "Alguém tem uma camisinha sobrando?" e numa suruba no canto do quarto lhe estenderam a mão com a camisinha. Colocaram e ele novamente trepou com ela de pé e a segurando-a deitou-lhe na cama, na cama redonda, enquanto alguns casais em volta da cama observavam os dois cheios de tesão, assim que ela gozou pela última vez, notou que o P.A. olhava para mulher ao lado que estava de quatro, Nina,  perguntou se o rapaz queria comer  a moça, ele disse que sim, então liberou-o, afinal, já estava cansada da esbórnia da noite, enquanto ele comia a mulher, Nina lhe beijava ardentemente, até que finalizaram, estava na hora de fechar a casa e foram embora.

Nina, o procurou nas redes, mas preferiu pensar alguns dias se adicionaria ou não....


 https://youtu.be/yF13CeJsrFY?si=PvtQceVO10ZfYMKy

terça-feira, 21 de abril de 2026

FEMINISTA SUBMISSA



 Nina, a feminista submissa, minha personagem predileta!

 Nina, assim o pai a chamava, cultivou toxicidade em seus relacionamentos, marcado por dependência emocional, submissões, abusos financeiros e psicológicos. Seus vínculos afetivos lhe causaram enormes desequilíbrios, que chegou a duvidar de que outro tipo de relacionamento seria possível.

A maioria de suas relações afetivas começavam devido a sua forte atração sexual por seus parceiros, diga-se de passagem em sua maioria homens padrão, pouco se preocupava com o que as relações tinham a oferecer seguia a mesma dinâmica em se relacionar.

No último desentendimento com seu parceiro de longa data, Nina saiu de cena e passou a observar e refletir, durante um ano  ela se retirou e observou a relação,  com quem tinha se envolvido,  quais interesses em comum, atitudes inexistentes de companherismo, entre outros muros de lamentações e defeitos que cultivam os casais. Quando de fato  findou-se, onde cada um voltou para seu canto ela desencantou-se da vida...até que  resolveu se assumir , liberta!Ela cansara de tudo aquilo...

 

Passou a frequentar clubes de swings com Kimberly sua,  amiga e dois amigos, formando casais, adorava a sensação que aquele local lhe causava, um monte de gente se permitindo livremente, sem julgamentos, sem burocracias, só gemidos e gozo. 

Sempre que ia, na ida era sempre a mesma fala: "Hoje não tô afim, vou só olhar!", mas a quem a submissa queria enganar, ria-se ela e sua amiga Kimberly, dizia-se "sem expectativas"...mas era sempre, uma bela mamada no "Glory Holly” , uma siririca, com dedos que às vezes pareciam lixas, alguns manuseavam com tamanha destreza, que a pepeka chegava ficar toda lambuzada, alguns atrevidos, já marcam date na cabine ao lado, e lá no quartinho as escuras é que o desejo pegava...

A feminista passou a gostar disso, sem envolvimentos, sem submissões, passou a exercer muitos "nãos" que era regra número 1 dos swings! Não é não, e até hoje em suas idas, nunca presenciou desrespeito a tal regra.

Outra regra que aprendeu e  que deve ser estritamente cumprida é a de que "o que acontece no swing, fica no swing!" Nada de querer levar nomes, contatos, expectativas, pessoas para o mundo real...permitindo ao desapego.

E a regra mais importante de todas, sua saúde à frente de tudo, se preservar!

Como daquela vez, em vésperas do carnaval quando foi, e que estava num apetite, foi despretensiosa da vida, com sua periquita por depilar, pensou "é só não deixar me chupar!", já no primeiro homem,  o qual Nina, a princípio se esquivou, devido sua beleza fora do padrão, mas foi prontamente convencida por Kimberly, que a "rola"valia a pena segundo as palavras dela "uma rola bonita salva um homem feio, do contrário nunca!" , riram-se e seguiu-se a empreitada, porém a submissa um pouco constrangida pela sua periquita estar "despreparada", negou-se  em ser chupada, fato que alvoroçou o extinto animal do macho, acariciou-a fortemente, preparou-a para lhe penetrar de quatro, porém meteu-lhe a língua na vagina dela, quando se deu conta, ela já havia perdido o pudor, permitiu-se. 

Quando penetrou-a, foi numa tamanha voracidade, que ele agarrava seus delicados seios, submissa se sentiu desejada, e aquilo lhe deu um puta tesão.

Ao finalizar aquela transa quente, ele beijou-a ardentemente, como se fosse a mulher mais perfeita que tinha comido na vida, depois a perseguiu noite a dentro e salão a fora, até que em determinado momento do rolê, sentou-se a seu lado, trocaram algumas palavras, ele de Limeira e ela não quis saber seu nome e recusou-se a nova transa. Ela estava de olho no moreno da camiseta preta, que quando a viu sozinha, a chamou para o "vale tudo",  outro gostoso,  quis saber de qual cidade era, se estava afim de trocar contato,  momento em que se fez de desentendida, mais tarde o reencontrou na fila do café da manhã,  o mesmo teceu-lhe um elogio "você não depilou, né! Eu amei, gosto assim!", ela no auge do relaxamento que a noite lhe proporcionará respondeu "não tive tempo e nem vontade!"

E o último da noite com qual ela quebrou uma regra... "o que acontece, no swing..."e essa já e outra história!! 


...continua.


terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Nina, a menina!


    Nina passou a perceber a vida quando por volta dos seus 3 ou 4 anos de idade sua mãe resolveu fugir de seu pai, com ela e seus dois irmãos a tiracolo. Ela não entendia porquê sua mãe estava amedrontada, acompanhada de pessoas até então desconhecidas por ela. Passaram a dormir em varandas de casas de alguma cidade entre São Paulo e Bauru. Nesta  viagem, Nina, sua mãe e seus irmãos, foram dormir num abrigo e que por muito tempo,  guardou na sua memória os lençóis brancos e limpos, a sopa que serviram e o banho quentinho que tomou.

    Quando chegaram na na cidade de Bauru, sua mãe passou a morar no Educandário onde  prestava serviços de limpeza no local, enquanto Nina morava no abrigo com outras crianças.  Passado aproximadamente um ano, certo dia, Nina foi chamada na secretaria do abrigo. Antes, ela se arrumou e quando chegou a secretaria, encontrou sua mãe e seus irmãos. Ao sair pela varanda, Nina viu o pai do outro lado do muro. Ele veio resgatar a família e ao que tudo indica, a mãe se arrependeu da fuga e resolveu retornar para casa com o marido, no bairro de nove de julho, região de São Paulo, por volta do ano de 1986. 

    Voltaram com esperanças e alegria para casa. Mas, a alegria durou poucos meses. A precariedade com que viviam numa casinha de fundos de 2 cômodos, fez com que Dinah, mãe de Nina, começasse a trabalhar de diarista para que não passassem fome. 

    Além de enfrentarem a pobreza, tinham que conviver com o alcoolismo de Jurandir, pai de Nina, que vinha embriagado de violência. As brigas entre o casal deixavam  as coisas insustentáveis. Diziam os parentes mais próximos, que uma vez a mãe de Nina, ao acionar a polícia por que  o pai havia apontado o garfo em sua  garganta, o pai convenceu os policiais que Dinah era louca e já havia passado por tratamentos psiquiátricos num hospício, e que ela o enlouquecia. Os policiais acreditaram nele. Dinah, realmente tinha sido internada num hospício, contra sua vontade, e tomou muitos remédios tarjas pretas. Os remédios eram tão fortes, que quando Dinah voltou para casa, passou a babar na hora de se alimentar. 

    As brigas entre o pai e a mãe de Nina eram constantes, e numa dessas, Dinah optou  por fugir agora dessa vez sozinha, segundo relatos de conhecidos, ela  foi  viver com um traficante da favela de 9 de julho, periferia de São Paulo, já que não recebera apoio da família que era da cidadezinha do sul de Minas, Guaranésia. 

    Nina tem cravado em sua lembrança o dia em que após tomar seu banho e  se vestir,  dirigiu-se até a calçada em frente a casa para que sua mãe lhe penteasse os cabelos. De repente, Nina e Dinah viram de longe os vizinhos correndo na direção delas e gritando: “Dinah, Dinah , o Jurandir  vem vindo aí!”. Nina apenas escutou o pente caindo no chão enquanto Dinah correu desesperada, sem levar nada, sem dar tchau.  Nina, ainda não sabia, mas aquele dia foi a última vez que sua mãe lhe penteou os cabelos, foi a última vez que viu sua mãe. Desde então, Nina passou a contar consigo mesma, tendo que sobreviver sem o amor e a proteção materna.

    Jurandir, exercia a profissão de motorista. Ao encarar a realidade da situação: um homem solteiro, sozinho e agora com três filhos pequenos para dar conta, se viu sem solução de como se sustentar e cuidar dos filhos. Como alternativa colocou-os em orfanatos, onde Nina passou a viver da infância até o início da adolescência. Seu pai ia visitá-la sempre que possível.

    Por diversas vezes Nina se compadecia do alcoolismo do seu pai. Orava a Deus para que ele tivesse forças e parasse de beber, por outro lado também sentia vergonha de sua fraqueza que colocava-a em situações vexatórias, como daquela vez em que houve quermesse no orfanato no qual Nina morava, dos 9 aos 13 anos, no sul de Minas Gerais na cidadezinha de Monte Santo de Minas. Momento que Nina deixou registrado em seu diário, seu companheiro de desabafos:


“Querido diário, hoje teve quermesse aqui no orfanato. O pátio estava cheio de barraquinhas: pastel, guaraná, artesanatos (inclusive panos de pratos, que nós mesmas bordamos). O galpão onde fazemos nossas refeições virou um palco e o cantor Dinho cantou  músicas sertanejas. Eu, a Bete e a Milaine, ficamos reparando  na “mala” do cantor kkkk.  E eu fiquei pagando pau para o baterista.

Daí, meu pai apareceu na festa e aproveitou para nos visitar, mas logo que ele chegou, eu notei que seu olhar estava meio caído, parece que mesmo que ele tome um gole que seja eu percebo, o duro é que ele nunca fica só no primeiro gole.

Dito e feito. Ele começou a beber mais e mais, a voz passou a ficar mole, foi então que, já bem alterado, ele soltou “canta uma  música em homenagem a Nina e Alberta!” Todos que estavam na festa riram. Já eu, fiquei morrendo de vergonha e fui chorar escondida no banheiro. Pelas frestas da janela, acompanhei o término da festa até meu pai ir embora. Depois, as meninas do orfanato ficaram rindo da minha cara falando: o pai da Nina estava bêbado dando bafão!

Meu Deus, que vergonha eu senti. Lembrei daquela vez que a Bete chegou da rua correndo e gritando “O pai da Nina tá perseguindo a gente, aí ele caiu e tornou a se levantar de bêbado!” Fui ver se era verdade, coloquei a cabeça para fora do alpendre e ele estava parado escorado no portão para não cair, fumando seu cigarro e olhou-me. Senti que não reconheceu sua  própria filha. 


Essas coisas me deixam tão triste, peço a Deus para ele ficar bom e se curar, sinceramente, eu não sei o que fazer. Quando eu crescer, vou estudar bastante para achar uma cura para essa doença, porque quando ele bebe, ele se transforma.

Neste dia Nina se sentiu tão inadequada! Chorou até dormir, e cresceu querendo entender tudo e aquela situação. Ouviu dizer que o alcoolismo era uma doença e pensou: “se é doença, há de ter cura, e se ainda não acharam-na, vou estudar bastante e encontrá-la!”


    Aos 14 anos, quando seu pai a levou para morar com ele, antes de sair do orfanato,  a freira preocupada a chamou de canto e disse: “Olha, preciso lhe falar uma coisa... seu pai tem problemas com a bebida, quando você ver que ele está bêbado, não fica perto dele não!”. Nina ficou abismada com a fala da freira e respondeu-lhe: “Imagina, Irmã Margarida! Ele é meu pai! E também terá a responsabilidade de cuidar da gente e não vai mais beber!” A freira, uma senhora negra com seus 60 e poucos anos, com a sabedoria de uma digna preta véia, respondeu-lhe: “HOMEM É HOMEM!” frase que ficou guardada na cabeça de Nina.

    Fato que veio a se confirmar quando um dia numa dessas crises de bebedeira, seu pai lhe pediu para apalpar os seus pequenos seios. Na mesma hora, lhe veio a frase da freira na mente, e se deu conta do perigo que corria. Sem pensar e planejar muito, resolveu  sair de casa! 

    Foi morar e trabalhar de babá na casa de uma família. O pai da criança que ela cuidava, sempre que podia investia nela, e Nina, no início da adolescência, com os hormônios à flor da pele, deixava. Ele passava a mão entre as suas pernas, e ela  gostava. Até que o homem lhe tirou a virgindade. Um homem feito, casado por volta de seus 38 anos. Os tios desse homem sabiam, mas ninguém falava nada. Já o pai de Nina, quando ouviu boatos no bar sobre o que estava acontecendo com Nina, tirou-a da casa. A princípio, Nina até pensou em deixar rolar o romance com o homem que a desvirginou, mas depois passou a sentir nojo daquela história.

    Voltou a morar com seu pai, irmão e irmã. Foi quando a afilhada de Dona Marieta, uma costureira que morava em São Paulo e precisava de uma babá para cuidar de seu filho, Paulinho, lhe ofereceu a oportunidade de ir morar com ela e Nina foi. As constantes brigas em casa, e as bebedeiras de seu pai, e os dois cômodos com telha de brasilit, foram motivos para Nina sair de casa em Sumaré e morar em São Paulo.

    Na cidade de São Paulo, Nina  começou a frequentar a igreja de mórmon onde  conheceu  o bispo da igreja, Melazzo, que a chamou para morar com a família dele. Nina adorava frequentar a igreja, buscava acreditar fielmente nas verdades ensinadas e que seria feliz se aceitasse Jesus e que construiria seu próprio reino.

    Um dia  o bispo lhe perguntou ao pé do ouvido se alguém já havia lhe penetrado. Nina, que havia aprendido que mentir era feio, tratou logo de dizer a verdade. Mal sabia Nina que um dia essa verdade seria usada contra ela. Certa vez, Nina se recusou a ir a um evento e o líder religioso lhe deu uma tremenda surra e disse-lhe: “Seu futuro é ser uma prostituta”! Nina no auge de sua revolta gritou: “Tu não é parente da mãe Diná pra saber!”

    Num final de tarde, Nina estava finalizando a faxina na casa desse bispo, um sobrado com salas e quartos de carpete.  Estava ela, lavando a área quando foi acometida de uma nostalgia e lembrou-se de uma música que ouvia lá em  Minas, “De que me adianta viver na cidade se a felicidade não me acompanhar...” Pensou na saudade que sentia dos irmãos, e ainda que, embora não aceitasse o alcoolismo do pai, o amava e sentia sua falta.  Saudosa de casa, concluiu que era melhor passar desaforos com os seus, do que a exploração que estava passando. Decidiu retornar ao lar.

    Nessa época seu pai trabalhava de motorista de caminhão de lixo, como funcionário público, num bairro periférico de  Sumaré, Jardim Denadai. Nina, passou a frequentar a sede regional do bairro quando conheceu uma assistente social. A profissional se compadeceu com sua história e passou a orientá-la, sobre seus estudos e a escolha de sua profissão, de como se sustentar na vida.   

    Desde então, Nina procurou cuidar de si. Sempre se sentiu responsável pelas escolhas do pai, e querendo salvá-lo, buscou estudar para se tornar uma pessoa melhor. Nina dedicou-se estudar e trabalhar muito a vida toda! Acreditava que só o conhecimento iria lhe salvar. Sua imensa necessidade de perseguir as razões de sua vida ter sido tão atípica, lhe trouxe ferramentas para encontrar a verdade e construir um novo pilar para seguir.

           Essa é a história de Nina e por isso ela merece ser contada, pois essa é uma história de resistência, da flor que desabrochou no brejo das incertezas. Quando sentia tamanha inadequação e incompreensão perante a vida, Nina chorava, orava, respirava e escolhia  seguir seu caminho. Nina se tornou uma mulher autônoma, mãe de dois lindos meninos,  professora, advogada, ativista, militante, meio baba yaga, e hoje compreende que esse foi um dos  capítulos de sua redentora história.




quarta-feira, 11 de junho de 2025

O amor é Brega!

     Dizes do amor que é a entrega, dizes do amor que é dolorido! Eu digo o amor romântico é BREGA!!

    Após anos de experiências afetivas e retornos denominados de novas chances, penso que amor romântico é apenas ilusório, para sempre não existe! 

    O para sempre, é a narrativa daqueles que procuram justificativas para ficar...aqueles que não desapegam.

    Baseada em minhas relações chego a conclusão que nunca amei de verdade, apeguei as idéias que construí...ahhh se tudo fosse como nossa imaginação cria! Estaria dançando no saguão com um leão cheio da grana, que devido ao meu amor virou um lindo príncipe pronto pra acasalarmos kkkk

    Quebrar os paradigmas
dos amores românticos, aceitar que é tudo convenção. Talvez, não precisemos de alguém que o tempo todo brigue para que sejamos aquilo que não somos, só pra gente satisfazer a expectativas de companheirismo criada a partir da carência do outro. Será que alguma vez fui amada por quem realmente sou? 

    Há uma frase de uma psicanalista contemporânea que diz "Como prometer um amor de um tempo que a gente nem viveu?" Pra cada fase um tipo de amor, e se agradecermos e reconhecermos que pra tudo existe um momento certo, ficaríamos livres da cobrança de que os outros melhore segundo nossas expectativas para que possamos realmente amá-lo.

    E se amássemos sem cobranças? E se amássemos o fato de aceitar que as pessoas simplesmente existem e são o que são? E se amássemos sem carências? E se amássemos sem a obrigação de que outro atendessem nossa expectativa? 

    Tem outra coisa, amar é uma coisa, conviver é outra! Gosto muito do que diz o terapeuta relacional Arly Cravo, "às vezes é melhor manter uma distância saudável, para que possamos continuar emanando amor!"

    Dos relacionamentos que tive, todos barraram no mesmo condão...quando me impuseram que eu fosse mais dócil nas palavras! Que fosse mais compreensiva e subserviente...Que eu apresentasse soluções aos problemas da vida prática como se não fossem idéias minhas, para que meus companheiros não se sentissem tão humilhados...Afinal, né: "Ela acha que sabe demais!" "Ela humilha os outros!" apenas por dizer o que pensa...ser prática, sincera e sem rodeios, me custou o fardo de ser carrasca e soberba! Ao menos aos olhos daqueles que não estão preparados pra conviver com minha natureza. 

    Decidi aceitar! Aceito os julgamentos, sentenças e condenações, sem nenhuma perspectiva de mudá-las. Afinal, estaria traindo a mim mesmo para poder caber na expectativas dos outros, aqueles que passaram por minha vida, sem nenhuma intenção de me mudar souberam aproveitar meus defeitos e me amar para além deles. 

    Amor romântico é piegas! Amor romântico acumula fardos desnecessários de felicidades irreais, criado a partir da idealização que o outro tem pra sua vida, e ao aceitarmos nos anulamos...Bendita seja, a vontade de sermos felizes para além dos paradigmas! Bendita seja a vontade de sermos amados por aquilo que somos: LIVRES!!

quinta-feira, 1 de maio de 2025

SOBRE CORAGEM NA RESISTÊNCIA!!


 Sou muito militante!! No sentido mais militar da palavra! Sobre defesa e resistência!

Acredito mesmo que estar no mundo é se ter a responsabilidade de tornar isso aqui num lugar melhor! 

Aceitar injustiças e desigualdades pra mim,  é como desistir da vida! Simplesmente, não consigo, me deprime! 

Daí vem Deus e me apresenta situações pra que eu coloque o que eu penso em prática. 

Cansada de ter perdido a luta por disputa entre meus pares, que embora estivéssemos do mesmo lado tínhamos formas diferentes de lutar! Uns mais militantes, outros mais pilantras, mais soberbos, outras mais petulantes, cada ser com sua luz e sombra! Por um tempo desisti! Pensei, não vale a pena! Muito ego e pouca luta! Não vou mais disputar, vou só falar o que penso! 

Quando a disputa política deixa de ser um projeto de luta e vira um projeto de poder, as causas se perdem no caminho! 

Mas, sempre há os resistem! Mulheres que cansadas, vão lá e lutam : Vanizas, Elietes, Naras, Claudias… Não permite que minha consciência sobre coletividade descanse! E graças as que resistem, é que avançamos pouco a pouco. Me chamaram pra luta aos 45 do segundo tempo! E vendo elas que não desistiram como poderia eu me negar! Prontamente, aceitei! Ir pra uma disputa onde estaríamos do mesmo lado, sem rusgas, sem ego…só 5 guerreiras que não desistiram! Mulheres, servidoras, algumas mães, outras já avós! Todas conscientes de seu papel! Nós não iríamos facilitar que tomassem o que conquistamos sem resistir! 

Uma semana, 2 certificações! Estamos no jogo!

Por um instante pensei que iria ganhar…o duro é que o lado de lá tbm pensou  kkkk

Força tarefa! Coloque os soldados e lacaios pra trabalhar!

E nós? bora se ajudar! Dividindo a vida, entre os nossos papéis e acumulando a militância! Muitos nos ajudaram na empreitada, fiquei feliz de saber que é possível! Mensagens de apoio: “vou só pra votar em você Janinha!”  “Vocês nos representam!” “Conte comigo!” entoadas genuinamente num reconhecimento de que entendiam que era preciso! Obrigada! Essas vozes faziam a diferença! 

E embora esperassem uma derrota acachapante, se depararam com espírito de luta! Colocaram a máquina pra funcionar, numa tentativa vã de impor uma vergonha para que eu nunca mais ousasse a desafiar! Ahhhh eu digo que sou atrevida! 

Agradeço o respeito com nossa luta! Tiveram que se articular porque sabiam que estávamos organizados! Sem brigas e nem disputas só cada um fazendo seu papel! 

A única diferença é que não dispomos da máquina! Não tínhamos carros a disposição, nem Coroné ordenador de votos! 

Mas, tivemos disposição do diálogo e a construção coletiva! 

Analisando bem, o atual presidente teve 568 votos no pleito passado, e eu tive 593! Quer dizer que se não tivessem se mobilizado eu teria grandes chances de ter ganhado! Obrigada por não nos  menosprezarem, e demonstra que embora achem que não somos importantes, tiveram que RECONHECER que somos fortes quando estamos juntos! 1100 votos a mais que no pleito passado?? Simmmm, foi graças a disputa da cabeça! Tiveram medo! Medo de perder o controle! Medo de aceitar que alguém além dos pertencentes das elites cuidassem desse patrimônio! 

Sabe aquela derrota que mais parece VITÓRIA, é exatamente assim como me sinto! Fui aventureira no sentido mais libertário da palavra! Pensei, porque não? 

Porque não, desafiar a estrutura? Porque não, combater aquilo que não é justo? Porque não, questionar as saídas? Porque não, colocar os dedos nas feridas? Porque não, cuidar do que é nosso? CORAGEM 

Fui lá e me atrevi! E eis que vi! Que não estava sozinha, aos poucos as pessoas estavam acordando, quase 600 pessoas já falo sozinha! Estamos juntos e obrigada!